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| Colaboração Paulo Brito |
O sujeito que só tinha um braço senta-se na cadeira daquela velha barbearia e pede:
- Barba e cabelo por favor.
Assim que começa a barba, o barbeiro faz-lhe um corte no rosto, depois outro no queixo, outro no pescoço… ao aparar o bigode espeta-lhe o nariz, em seguida, começam as tesouradas: no crânio, na nuca, nas orelhas. No final, o barbeiro pergunta:
- Você era meu freguês há muito tempo atrás, não é mesmo?
- Não senhor! O braço eu perdi num acidente de carro!
- Barba e cabelo por favor.
Assim que começa a barba, o barbeiro faz-lhe um corte no rosto, depois outro no queixo, outro no pescoço… ao aparar o bigode espeta-lhe o nariz, em seguida, começam as tesouradas: no crânio, na nuca, nas orelhas. No final, o barbeiro pergunta:
- Você era meu freguês há muito tempo atrás, não é mesmo?
- Não senhor! O braço eu perdi num acidente de carro!

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